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Notícias da Ibero-América: Equador prepara consulta popular e referendo, Chile e Bolívia condenam declarações na Argentina, Espanha estuda caminho para regularizar migrantes
Equador se prepara para consulta popular e referendo Neste domingo, 21 de abril, os equatorianos participarão de uma consulta popular e de um referendo convocados pelo presidente Daniel Noboa.

Equador se prepara para consulta popular e referendo
Neste domingo, 21 de abril, os equatorianos participarão de uma consulta popular e de um referendo convocados pelo presidente Daniel Noboa.
As 11 perguntas do questionário se concentram, em sua maioria, em possíveis reformas na área de segurança para enfrentar a crise de violência e criminalidade que abala o país.
Controle de armas, extradição, apoio das Forças Armadas à Polícia, penas de prisão, porte de armas militares e aumento das penas para crimes graves estão entre os temas a serem tratados.
Algumas perguntas são sobre o referendo, o que implica mudanças na Constituição equatoriana, enquanto outras fazem parte da consulta popular, que busca conhecer a opinião dos habitantes.
Chile e Bolívia rejeitam declarações de ministra argentina
A ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, afirmou que milícias pró-iranianas do Hezbollah foram detectadas no Chile e na Bolívia, provocando críticas dos dois países nesta quarta-feira, 17 de abril.
O governo boliviano desmentiu a afirmação e informou que o embaixador argentino em La Paz foi convocado para consultas a fim de esclarecer as declarações de Bullrich.
No Chile, o presidente Gabriel Boric afirmou que será enviada uma nota diplomática a seus pares argentinos.
As declarações da ministra foram feitas depois que o governo de Javier Milei anunciou alerta máximo de segurança no país após o ataque iraniano a Israel.
Espanha estudará projeto de lei para regularizar migrantes
O parlamento espanhol aprovou a análise de uma iniciativa para conceder autorizações de trabalho e residência a milhares de estrangeiros sem documentos, incluindo numerosas pessoas da África e da América Latina.
O projeto será analisado pela câmara baixa graças a uma iniciativa popular, que reuniu mais de 700.000 assinaturas e o apoio declarado de centenas de organizações.
O texto do projeto, promovido principalmente pelo movimento auto-organizado Regularización Ya, estima que entre 390.000 e 470.000 estrangeiros vivam em situação irregular em território espanhol, sustentando-se principalmente na economia informal.