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Notícias da Ibero-América: Pedro Sánchez publica carta e pode renunciar, marcha universitária na Argentina, FMI fecha acordo de crédito com o Equador
Pedro Sánchez publica carta à população e avalia renunciar O presidente do Governo da Espanha divulgou sua posição depois que foi aberta uma investigação contra sua esposa, Begoña Gómez, por suposto tráfico de influência e corrupção.

Pedro Sánchez publica carta à população e avalia renunciar
O presidente do Governo da Espanha divulgou sua posição depois que foi aberta uma investigação contra sua esposa, Begoña Gómez, por suposto tráfico de influência e corrupção.
O secretário-geral do PSOE rejeitou a acusação e classificou a situação como uma "estratégia de assédio" e "um abuso tão grave quanto grosseiro". Além disso, criticou a direita e a ultradireita pela denúncia apresentada por Manos Limpias e escreveu no texto que se pergunta se deve continuar no cargo ou não.
Sánchez anunciou que cancelará sua agenda pública por alguns dias e que, na segunda-feira, 29 de abril, anunciará sua decisão final à imprensa.
Centenas de milhares marcham em defesa da universidade pública na Argentina
Nesta terça-feira, 23 de abril, ocorreu a marcha federal em defesa da educação universitária pública e gratuita na Argentina, uma mobilização em massa contra os cortes econômicos do governo de Javier Milei.
Os números oficiais do Ministério da Segurança indicam que entre 100.000 e 150.000 pessoas estiveram na Plaza de Mayo, em frente à sede do governo argentino, em Buenos Aires.
Também houve manifestações em Córdoba, Rosario e Mendoza, entre outras cidades importantes.
FMI e Equador chegam a acordo para novo crédito
O Fundo Monetário Internacional e o governo de Daniel Noboa acordaram a concessão de um crédito de aproximadamente 4.000 milhões de dólares, informou a instituição em comunicado oficial nesta quinta-feira, 25 de abril.
A administração de Noboa começou a negociar com o fundo para obter recursos para combater o flagelo do crime organizado e do narcotráfico. O acordo foi fechado após a reunião em Washington entre o ministro da Economia do Equador, Juan Carlos Vega, e a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva.
O acordo deverá ser aprovado pelo conselho da instituição financeira.
Autora: Marina Vanni