Entrevista
O valor das redes de contatos e da assessoria local
Com 50 anos de experiência, os serviços de family office da Stonehage Fleming ajudaram clientes a se mudar pelo mundo, atendendo a várias gerações e jurisdições. Emmanuelle Sartor vive como expatriada há 15 anos e morou em diferentes lugares dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia.

Com 50 anos de experiência, os serviços de family office da Stonehage Fleming ajudaram clientes a se mudar pelo mundo, atendendo a várias gerações e jurisdições.
Emmanuelle Sartor vive como expatriada há 15 anos e morou em diferentes lugares dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia.
Aqui, ela compartilha com Doris Sommavilla, diretora da divisão de Family Office da Stonehage Fleming, algumas das lições mais valiosas de sua mudança mais recente para a Itália.
O que motivou sua mudança para Milão?
A Itália é um lugar que sempre quisemos conhecer. Antes de nos mudarmos, tínhamos decidido ir para Roma. Quando começamos a pesquisar melhor, resolvemos dar uma segunda olhada em Milão e ficamos felizes por isso. Milão é uma cidade incrível, com muito a oferecer em termos de cultura, moda, arte e qualidade de vida em geral.
Qual é a parte mais difícil de se mudar com a família?
Viver na Itália oferece diversas opções de estilo de vida, em meio a paisagens históricas impressionantes. É fundamental garantir que as expectativas sejam realistas antes de chegar ao país. A mudança exige muita energia e é um período de grande incerteza para você e sua família. Prepare-se para isso. Mudar-se para a Itália, em particular, exige tempo para entender as leis locais, as exigências fiscais, a burocracia — tudo. É ainda mais difícil encontrar o imóvel certo em uma cidade como Milão. A assessoria de um Family Office especializado em mudanças internacionais pode fazer uma grande diferença.
Depois de chegar, qual foi o maior desafio para reconstruir sua vida na Itália?
Depois que a parte administrativa está resolvida, os aspectos práticos do dia a dia se impõem. Por exemplo, despesas imprevistas podem elevar o custo de vida, o que torna necessário planejar com cuidado e contar com ajuda para identificar taxas ocultas e custos adicionais (por isso, equipes como a da Stonehage Fleming são essenciais).
Para nós, o mais importante foi nos acostumarmos às pequenas diferenças entre a vida que deixávamos para trás e aquela para a qual estávamos nos mudando. Por exemplo, a busca por uma nova casa trouxe seus próprios desafios, como ajustar nossas expectativas culturais, sobretudo porque, no nosso caso, estávamos nos mudando do Japão. Esses aspectos podem ter um impacto significativo na experiência como um todo.
Qual foi a importância das redes de contatos pessoais na sua mudança para Milão?
Toda mudança é estressante, mas sempre achei que ter uma boa rede de contatos locais pode ajudar a reduzir alguns dos pontos mais difíceis. No início, a mudança pode ser um pouco solitária. Lidar com as complexidades da burocracia imobiliária e encontrar a casa perfeita pode ser algo avassalador. Contar com uma rede local bem desenvolvida de outras famílias internacionais (incluindo famílias locais) facilita as coisas. Trabalhar com especialistas como a Stonehage Fleming não tem preço. Isso significa ter um aliado ao seu lado, alguém que pode ser totalmente honesto e autêntico. É fundamental para ajudar você a se adaptar.
Doris Sommavilla é diretora da divisão de Family Office de Zurique e tem ampla experiência com UHNWIs (indivíduos com patrimônio líquido ultraelevado).
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