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Três notícias da Ibero-América: inflação na Argentina supera 254%, México mira Amazon e MercadoLibre, FMI faz recomendações à Colômbia
A inflação não dá trégua na Argentina: nesta quarta-feira, 14 de fevereiro, foi divulgado o índice de inflação de janeiro, que chegou a 20,6% no primeiro mês completo da nova presidência do libertário Javier Milei.

A inflação não dá trégua na Argentina:
Nesta quarta-feira, 14 de fevereiro, foi divulgado o índice de inflação de janeiro, que chegou a 20,6% no primeiro mês completo da nova presidência do libertário Javier Milei. O Instituto Nacional de Estadística y Censos, o Indec, informou que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) recuou em relação a dezembro, quando foi registrada uma alta de 25,5%.
Com o dado mais recente, a inflação acumulada em 12 meses chega a 254,2% no país. Bens e serviços, transporte e comunicações foram os setores mais afetados.
México contra os “monopólios” tecnológicos:
A autoridade antitruste do México, a Cofece (Comisión Federal de Competencia Económica), manifestou preocupação com a posição dominante de mercado da Amazon e da Mercado Libre no país.
Segundo publicação desta terça-feira, 13 de fevereiro, no Diário Oficial, as empresas criam barreiras à livre concorrência no varejo eletrônico. A Cofece apontou os programas de fidelidade como uma ferramenta usada por essas empresas para concentrar clientes. Isso inclui a assinatura de serviços de streaming junto com os serviços de entrega.
A Amazon negou essa prática anticoncorrencial e afirmou promover a inovação, enquanto a MercadoLibre esclareceu em comunicado que está analisando a manifestação preliminar.
O FMI divulga suas conclusões sobre o plano econômico da Colômbia:
A equipe técnica do Fundo Monetário Internacional que visitou o país sul-americano concluiu que “a economia colombiana avançou muito para alcançar um nível de atividade econômica mais sustentável, com reduções notáveis da inflação e do déficit em conta corrente”.
No comunicado publicado no site oficial do FMI, acrescenta-se que “será necessário proceder com cautela em futuras reduções da taxa básica de juros” para controlar a inflação sem perder credibilidade. Além disso, o FMI menciona como risco “os aumentos previstos do déficit e da dívida para este ano”.
No entanto, o fundo elogia a iniciativa da Colômbia de redirecionar os gastos para a transição energética em busca de um futuro mais sustentável.