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Três notícias financeiras: EUA processam a Apple em ação antitruste, economia chilena registra crescimento fraco, Brasil volta a reduzir a taxa de juros
EUA contra Apple: uma ação histórica O Departamento de Justiça dos Estados Unidos, junto com vários estados, entrou com uma ação contra a Apple e acusou a empresa de monopolizar o mercado de smartphones com sua estratégia de venda de iPhones.

EUA contra Apple: uma ação histórica
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos, junto com vários estados, entrou com uma ação contra a Apple e acusou a empresa de monopolizar o mercado de smartphones com sua estratégia de venda de iPhones. A ação, que marca uma ofensiva do governo de Joe Biden contra as gigantes da tecnologia, afirma que a Apple limita a concorrência e a inovação.
Essa ação judicial se soma a outras ações antitruste contra grandes empresas de tecnologia, como Google, Meta e Amazon.
O Departamento de Justiça argumenta que a Apple usa seu poder para cobrar mais dos consumidores e de outros participantes do mercado de aplicativos e serviços, embora a Apple negue as acusações.
Economia chilena registra crescimento modesto
O PIB do Chile cresceu apenas 0,2% em 2023. O resultado superou as expectativas do mercado, mas representou uma forte desaceleração em relação ao ano anterior. A queda do setor comercial foi um dos principais fatores que dificultaram o crescimento.
Apesar da contração do consumo e das exportações, espera-se que o PIB cresça 1,8% em 2024, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).
Brasil volta a reduzir a taxa de juros
O Banco Central do Brasil reduziu a taxa básica de juros para 10,75% ao ano em resposta às pressões inflacionárias. Segundo a estatal Agência Brasil, esta é a sexta redução consecutiva dos juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) votou por unanimidade a favor do corte de 0,5 ponto percentual e indicou a possibilidade de outro corte semelhante em maio.
Apesar da redução, a inflação continua preocupando os brasileiros, já que o índice oficial IPCA chegou a 4,5%, acima da meta estabelecida para 2024.
Autora: Marina Vanni